La Stratégie

by Alexander Sweden

Futebol versus Xadrez

Opinião do leitor “boemio desnatado” sobre Cuadrado:

“Quanto ao cuadrado, duvido que tenha sucesso no chelsea. pode vir a ser um jogador útil nalguns momentos da época, por ser fisicamente potente e tecnicamente razoável. a tal tomada de decisão, em que ele é manifestamente fraco, nunca o deixará ser um jogador de topo. aliás, nunca compreendi bem o ‘hype’ à sua volta. no mundial, por exemplo, foi eclipsado na sua equipa por james, claramente mais evoluído no aspecto da decisão.”

Opinião de José Mourinho (in a bola online) sobre Cuadrado:

“Não penso ser a melhor coisa para ele falar sobre expectativas. Precisa de tempo. Não foi uma compra de urgência, antes a resposta à saída do Schurrle. É um jogador que conheço há muito tempo, disputei a Liga dele [Serie A] duas épocas e via-o semana após semana”.

É com naturalidade que denoto grandes diferenças no discurso entre aqueles que gostam e opinam legitimamente sobre futebol e os grandes treinadores do futebol profissional. E tanto mais natural será quanto mais optarem por beberem de fontes de águas turvas. Quando a doutrina está errada, todas as avaliações e opiniões nela sustentadas serão igualmente equívocas. Isto significará que o José Mourinho tem sempre razão? Claro que não, ninguém é infalível, mas uns erram menos dos que os outros e pelo que já conquistou merece, e é sensato, que as suas opiniões sejam mais tidas em conta em vez da negação pura e absoluta só porque gostaríamos que  o futebol fosse aquilo que não é, um jogo de xadrez.  

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Porque razão Riquelme nunca singrou verdadeiramente na nata do futebol?

A resposta é simples e é dada aqui:

“Correr, corre cualquiera, pero jugar al fútbol es más complicado. Hoy una persona se pone a entrenar todos los días y corre los 42 kilómetros como los que se hicieron el otro día. A veces escucho en la tribuna ‘¡Corré más!’ y yo pienso que eso lo hace cualquiera”, le respondió a aquellos que le exigen más sacrificio en la cancha. “La gente me da demasiado. Yo soñaba de chiquito, como seguro soñaban ellos, con jugar un partido en La Bombonera, que es la cancha más linda de todas”.

Não obstante ter sido um dos jogadores mais talentosos dos últimos 30 anos, Riquelme com este tipo de mentalidade só poderia ter passado ao lado de uma grande carreira na Europa. Não me custa acreditar que o corpo técnico do Barcelona tenha detetado ab initio esta matriz de pensamento, concluindo que não serviria os interesses de um clube que tem sempre como objetivo ganhar tudo. É no entanto curioso que ninguém tenha conseguido convencer o jogador que o futebol não exige correr por correr, porque não é o aspeto quantitativo (correr muitos kms só porque sim) o determinante , mas sim  o aspeto qualitativo (correr quando se deve correr, parar quando se deve parar e muito importante, a capacidade de explosão – algo que se trabalha permanentemente – que sempre ajudou  Ronaldo, Messi e Bale a manterem-se no topo do futebol e a fazer a diferença).

Mas o que me preocupa é que continue a haver no futebol de formação quem concorde com as palavras bárbaras proferidas pelo génio jogador. Preocupa-me que os nossos filhos lidem diariamente com treinadores que advoguem este tipo de mentalidade, pegando em carreiras promissoras e mandando-as para o lixo em nome de uma vaidade intelectual equivocada de chinelo no pé!

Outra das minhas preocupações diz respeito aos jovens, que com ambição natural saem das universidades cheios de sonhos legítimos, ainda que órfãos de um tratamento de choque para se coadunarem ao futebol profissional,  mas cujo impacto muitos teimam  em recusar porque é mais fácil deixarem-se ludibriar pela falsa doutrina, ainda que o preço a pagar por esta insensata escolha seja o risco de fazer toda uma carreira no futebol distrital ou ao fim de 15/20 anos ainda se encontrarem a treinar os benjamins (quando ambicionavam muito mais do que isso). Atenção aos que não evoluem nem deixam os outros evoluir!

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Cuadrado: Porque o futebol não é xadrez

A eminente contratação de Cuadrado por parte do Chelsea, a concretizar-se, faz todo o sentido. Traz à equipa o que mais nenhum jogador da equipa atual tem e pode funcionar como um desbloqueador de jogos incrível.

É um jogador que decide supostamente muitas vezes mal (principalmente para quem está obcecado com bonitas ilustrações mas que esquece que a boa decisão deve ser analisada à luz do contexto e dos intérpretes) mas que é tão bom!

Para os apologistas da falsa doutrina Cuadrado não teria lugar nas grandes equipas (porque se esquecem propositadamente das componentes físicas e não poucas vezes das técnicas e querem tornar o futebol no mais belo jogo de xadrez de sempre), para os grandes treinadores, faz todo o sentido ter um jogador com estas características no plantel.

Em quem acreditamos, nos treinadores que vencem mais do que os outros ou naqueles que não saem da cepa torta e que nos intoxicam com a falsa doutrina (que apenas fará sentido no futebol de formação ou no futebol sénior amador)?

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«Hoje em dia tudo é mais rápido, os jogadores são mais fortes e correm mais. Não havia um Messi ou um Ronaldo»,

Zidane

(in a Bola online)

 

 

 

Diarreia doutrinária ou simples vaidade intelectual?

Palavras de Káká sobre Ronaldo Fenómeno:

«Para mim, o melhor jogador é aquele que consegue pensar e executar de forma incrivelmente rápida e Ronaldo Nazário era o melhor. A velocidade com que ele pensava e executava era perfeita. Ronaldo era realmente espantoso»

 (in A Bola online)

 

Se há parágrafo que resume o que tem sido defendido neste blog ao longo dos meses, este será efetivamente um deles. Só lhe faltava acrescentar a qualidade com que pensava e uma outra componente mental que ninguém fala mas que é crucial (irá ser retomada num futuro post).

Por outras palavras, exige-se a um jogador profissional (ou que almeje a tal) que concilie três ingredientes essenciais: Os mentais (onde se inserem os aspetos decisórios, mas onde há muito mais do que isso); Os físicos (no caso do Fenómeno sobressaía a agilidade enquanto um dos elementos que fazem parte da componente “Capacidade Física”); Os técnicos (no caso do saudoso avançado brasileiro destaca-se o remate).

Não faz sentido num mundo tão competitivo descurar qualquer destes três ingredientes. Perante a falsa doutrina os físicos não são dignos de destaque porque os jogadores supostamente são praticamente todos iguais (tipo soldadinho de chumbo), quando na prática são tão distintos (seja na velocidade, na força ou na agilidade, etc.) e podem fazer a diferença entre ser-se bom ou genial. Conforme já aqui foi escrito, não faz sentido colocar num trono isolado os aspetos decisórios (um elemento dos aspetos mentais) quando estes são tão reféns dos aspetos físicos e técnicos (o que seria de Cristiano Ronaldo e Messi se não fossem fora de série em alguns elementos destes aspetos).

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Pode um “grande” avançado centro não marcar golos?

A resposta é um  categórico NÃO.

Mesmo que o avançado aproxime a sua equipa do sucesso de forma incrível e faça com que toda a gente  à sua volta se torne na pessoa mais feliz do planeta, não marcar golos significa que falha demasiado. Porquê? Porque é impossível que um avançado, face à posição que ocupa no terreno, esteja maioritariamente perante situações em que a melhor decisão é passar a bola em fez de fulminar. Se não fulmina, significa que em muitos lances não é competente porque aborda mal a bola (decisão com bola) ou porque simplesmente não está lá (decisão sem bola). Aquilo que dá ao jogo coletivo dificilmente compensa aquilo que tira à equipa em termos de jogo individual.

Mesmo que o futebol seja magia (e deve sê-lo mais no futebol de formação, que no futebol profissional), recordo o filme “The Prestige“:

“Um truque de mágica é dividido em três momentos. No primeiro momento o mágico mostra algo simples, ordinário. No segundo momento este algo simples é transformado em algo misterioso e nebuloso… No terceiro e último ato ocorre então «O Prestígio»: algo muito impressionante e realmente extraordinário acontece, algo nunca jamais visto”.

Ora, um avançado, a quem compete o ato realmente extraordinário, jamais pode ser considerado “grande” se nunca vai para além dos dois primeiros passos (não obstante estes contribuírem para o sucesso da equipa), tal como um mágico nunca pode ser um “grande” ilusionista se se recusa sempre em concluir o terceiro passo.

Trabalho versus Teorias

Apesar de ser constantemente apontado a alguns dos maiores clubes europeus, Pogba garante que só pensa em tornar-se o melhor jogador do mundo.

«Eu valho 0 euros. Não valho nada se não trabalhar dentro de campo em cada jogo»

«Estou feliz porque estamos a jogar bem. Pessoalmente, estou feliz, quero continuar assim e dar tudo por esta equipa. Quero fazer mais. Quero ser um campeão como Pirlo, Buffon e CHiellini. Quero ser um dos melhores do mundo, e vou fazer tudo para chegar a esse nível. Espero vencer a Bola de Ouro no futuro, mas tenho muito trabalho pela frente», disse o jogador de 21 anos.

(in A Bola online)

É salutar verificar que o trabalho tem vindo a ser destacado com um dos segredos para o sucesso por parte de grandes jogadores do futebol atual. Porque as qualidades inatas de um atleta dificilmente permitirão chegar ao topo se não trabalhar tanto ou mais que os restantes. Não basta ter técnica, boa capacidade de decisão, se o corpo não for potenciado aos limites. Ronaldo nunca teria sido o melhor do mundo, se não tivesse trabalhado tanto, se a sua capacidade física e mental não fosse desenvolvida ao ponto de permitir que a sua capacidade técnica tivesse tamanha importância no contexto de jogo. Quem seria o Ronaldo se a velocidade, a força, a explosão e a impulsão, alimentadas e incrementadas por horas e horas incalculáveis de treino, não fossem em muito superior à média. Bastar-lhe-ia a capacidade técnica e um treino “normal” como a maioria dos jogadores para ser três vezes o melhor do mundo e contribuir tantas vezes para o sucesso da sua equipa?

Porque as capacidades inatas não são suficientes num mundo tão competitivo, sendo perigoso e perverso contribuir para qualquer tipo de teoria, que possa, um dia, levar um jogador a pensar que a inteligência ou a técnica justificam perder a obsessão pelo treino ou que este possa deixar de visar o incremento da sua capacidade física e do desenvolvimento permanente de todos os atributos.

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Soltas

Eduardo Salvio continua a demonstrar as razões de ser tão importante no Benfica (só não vê quem não quer);

A saída de Enzo a confirmar-se (muito naturalmente) que não foi o  fim do mundo para o líder do campeonato. No entanto, se víssemos a saída do argentino numa perspetiva do futebol amador diríamos que esta aproximaria o clube encarnado do caos (para perceber melhor ver aqui);

Jonas, refém de melhores índices físicos (ou teria sido um caso sério no futebol europeu) a demonstrar que ainda assim é um bálsamo para o futebol nacional;

Gauld a mostrar mais em 30 minutos que o André Martins a época inteira;

A falta de Adrien no meio campo (porque a equipa não tem a maturidade do Benfica), a qual teve claras repercussões na defensiva leonina;

Tanaka a mostrar aos bloggers do Visão de Mercado que ver e escrever o futebol na perspetiva do adepto normalmente faz engolir sapos (é infantil avaliar as contratações em meia dúzia de meses).

Como avaliar um avançado?

“Como avançado, tu vives e és julgado obviamente pelos golos que marcas. Se o meu primeiro golo não aparecesse nos primeiros jogos eu continuaria confiante. Isso acontece porque temos uma grande equipa e os jogadores que jogam no meio-campo alimentam o avançado com grande frequência. Portanto, eu sempre soube que os golos iriam aparecer (…) “

(Diego Costa in Record online)

Trata-se de uma mentalidade vigente no futebol profissional ou apenas a mentalidade do avançado espanhol?

Pensar bem o jogo, mas não finalizar (tratando-se de um avançado), dá direito à jarra?

Será mais importante  para um avançado finalizar do que tomar boas decisões com bola?

Finalizar pode camuflar a tomada de más decisões ou é sempre preferível um Kluivert do que um Suárez? Será que os dois são importantes, porque apesar de darem coisas diferentes às suas equipas, ambos contribuem para o sucesso?

Na minha opinião sim, o que não invalida, que no mundo perfeito, no que respeita à posição específica do avançado centro, não seja sempre preferível pensar, executar e finalizar bem.

A posição que o Diego Costa ocupa no terreno, assim como qualquer posição, deve ser tida em conta na hora de graduar a qualidade de determinado jogador. Se no meio campo, a exigência de pensar bem o jogo, de tomar boas decisões com bola, são fundamentais, na zona mais avançada do terreno, não faz sentido usar o mesmo padrão. As exigências são distintas e portanto a avaliação ao rendimento ao atleta deve ser igualmente distinta.

Não perceber isso é mandar o Diego Costa para casa e contratar o Montero.

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Voltando ainda ao tema do Mané.

No que respeita ao passar a bola para o companheiro que se encontra supostamente melhor colocado para finalizar, tenho observado na blogosfera sempre a mesma tónica, a qual passa por considerar que qualquer jogador em lances semelhantes ao do Mané, independentemente do contexto (mesmo que tenha havido um lance exatamente igual há dois minutos atrás com os mesmos protagonistas e com o recetor da bola a mandá-la para as couves)  tem que passar a bola para o colega, seja ele quem for. E não há a mínima hipótese de pensarmos um pouco sobre as poucas vezes em que isso possa não ser verdade nem partilhar alguns pensamentos sobre o tema. Não, temos de assumir uma posição: ou uma coisa, ou outra. Ou preto, ou branco. Não há espaço para o cinzento.

Confunde-se capacidade de passe do Paulo Sousa (e porque não os méritos enquanto treinador) com a capacidade de remate. Parece que não é possível ser-se bom no passe e terrível no remate. E o contrário também vale? Se tenho grande capacidade de remate significa que sou fabuloso ao nível do passe? O Geraldão ou o Heitor do Maritimo deviam jogar a número 10  ou número 6 porque seguramente também eram igualmente brilhantes no passe? Ou a teoria só vale quando dá jeito? Não creio.

Infelizmente, e pode ser falha minha, parece-me que os apologistas do teoria absoluta (porque não admite exceção), nunca se pronunciam sobre as hipóteses do passe falhar. Parece que isso não existe. Não é possível (porque sendo, faria sentido referir isso nas análises). Lá porque fazemos desenhos a traçar o passe que devia ser feito, não se pondera o estado do terreno, os riscos do jogador estar em fora de jogo, ou estar em linha e o juiz auxiliar julgar mal, da bola ser enviada muito para a frente ou muito para trás, demasiado devagar, ou demasiado depressa. Não, qualquer portador da bola que se enquadre numa destas situações assume a perfeição (mas nunca atingirá esse nível se optar pela jogada individual, porque aí passa a ser um calhau com olhos) e portanto na ponderação entre seguir a jogada individual e a jogada coletiva, colocamos o peso todo no lado da balança que gostamos mais. Só vantagens, zero riscos. Qualquer análise feita deste modo não me parece honesta.

Outro aspeto importante que quero realçar é que a referida teoria não introduz nada de novo. Qualquer puto, que já tenha jogado com pedras, ou mochilas, a fazer de baliza, já foi chamado de fuço por não passar a bola em lances semelhantes. Qualquer miúdo de 10 anos sabe que deve passar a bola, pelo que não necessário fazer prints e bonecos para explicar algo tão consensual. A questão inteligente não é bater nessa tecla e fazer-nos a todos regressar aos tempos de rua, mas antes tentar decifrar se aquela verdade universal é assim tão universal. Para mim não é, e foi esse o objetivo inicial do post. Acho importante fazer os meus leitores pensarem, verem as coisas por outro prisma. Para lugares comuns não valia a pena perder o meu tempo nem o vosso. Não é isso que vão encontrar aqui. Para mim vale a pena debater uma questão, ainda que esta apenas se verifique uma vez em cada 100 (a tal história do Ronaldo Fenómeno e do Paulo Sousa).

As jogadas à Mané, ou também recentemente à Bale, são igualmente alvo de grande censura por parte dos adeptos e pelos companheiros de equipa, dos media, dos bloggers, mas como será que atua um treinador profissional nestas situações? Dá-lhe grande alarido, volta à idade média e coloca o prevaricador a treinar 100 vezes o mesmo lance (esquecendo-se que se trata um profissional e não de um puto de 12 anos), faz desenhos para explicar ao jogador como jogar (como se ele não soubesse isso desde a idade infantil) ou trata-o como uma máquina sem sentimentos, sem ter em conta as particularidades (o que o obrigaria a pensar),  que deve agir sempre da mesma forma?

Eu já tinha abordado esta questão num post do dia 12 de outubro de 2014:

“Na perspetiva de um jogador abrir mão da glória, leia-se golo, gera sempre um conflito intelectual. O ego quer marcar, a solidariedade quer passar a bola, passando com ela toda uma gloria perdida. Quem conhece o género humano sabe que o egoísmo, o pensar em si mesmo, é normalmente um sentimento mais forte que o dar a mão ao próximo ou realizar algo em prol do coletivo. Se os seres humanos fossem robots tinha concordado com o post, no entanto, analisar o futebol esquecendo a natureza intrínseca dos seus praticantes leva ao erro.

Como solucionar este problema? Para mim, passa por educar os jogadores de futebol quando estão nas camadas jovens. Cada clube necessita de um guru, de alguém que conheça como o ser humano funciona, que tenha competências pedagógicas, e que explique aos jovens praticantes porque devem adotar uma solução em detrimento de outra. Não basta dizer “faz assim” (provavelmente no dia seguinte volta a prevaricar), mas explicar o porquê de dever executar de determinada maneira, esclarecendo que o sucesso coletivo traz normalmente mais sucesso a cada um dos elementos que compõem o todo, do que o sucesso obtido por cada um deles individualmente. O jogador, egoísta por natureza, vai entender que ele próprio fica a ganhar mais se optar por uma visão macro (sucesso da equipa) do que continuar a insistir numa visão micro (sucesso individual num determinado jogo).”

Ancelotti, por sua vez responde deste modo perante o individualismo de Bale (que não passou a bola por duas vezes para colegas que supostamente estavam melhor colocados para finalizar):

«Vi a jogada e não era fácil passar a bola porque havia pouco espaço. Acho que no fim de contas tomou a melhor decisão, como já o fez tantas vezes».

(retirado do jornal A Bola online)

“Em Valencia, todos pensavam que ele podia ter passado. Ele fez uma ótima partida. Marcou, foi protagonista do primeiro gol. A torcida pediu o passe para o Cristiano, mas os atacantes querem marcar quando estão diante do goleiro. O altruísmo é importante e, se alguém é egoísta, vamos resolver. As pessoas exigem muito dos jogadores importantes e Bale é um deles”.

(retirado do site: http://globoesporte.globo.com/)

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