La Stratégie

by Alexander Sweden

Categoria: Entrevistas

Messi versus Barcelona

Palavras de Fabio Capello:

«A conquista do título demonstra a inteligência de Mourinho. Pode até ter estacionado o autocarro em algumas ocasiões, mas venceu. Recordo-me sempre da famosa frase de Giampiero Boniperti: “Ganhar é a única coisa realmente importante”. Mourinho ganha títulos, outros discutem filosofia».

Basicamente é isto que tem proliferado pela internet e pela imprensa, filosofia, vã filosofia. Realidade mais evidente sempre que se fala de Pep Guardiola. Se há treinador que goza de boa imprensa e de boa opinião especializada, independente do que faça, é o catalão e compreende-se porquê: Durante alguns anos de ouro colocou em prática o que muitos filósofos defendem, tornando-se uma espécie de guru sagrado. O problema é que o gizado pelo treinador amado resulta em determinados paradigmas, escolhidos a dedo e dentro de conjunturas incrivelmente agradáveis. Para os acérrimos defensores, o futebol de Pep é plausível de ser concretizado em qualquer equipa, em qualquer campeonato, em qualquer panorama e garante sucesso. Sempre. A realidade tem vindo a encarregar-se de provar o contrário, estando à vista um imenso desafio para o referido treinador: Adaptar-se.

Alguns paladinos, quase roçando o autismo, agarram-se a tudo o que podem para justificar os momentos difíceis de Guardiola. A derrota contra o Barcelona é disso prova. Não se podendo colocar em causa Sua Majestade, importava arranjar rapidamente um bode expiatória que mantivesse imaculado o estilo de jogo da Realeza. Desta vez foi Messi, à próxima será outra coisa qualquer. Li que foi este quem ganhou o jogo. Li ainda que quem não entende isto, não há nada que se possa fazer por pobre alma. Tudo isto me parece incrivelmente arrogante e desonesto do ponto de vista intelectual, tal como o será quando se defende que a estratégia de jogo do Bayern foi acertada, mas que contra Messi a melhor estratégia não resulta!

Perante estes argumentos, quem não conhecesse o fenómeno argentino, julgaria que Messi, quando está em grande forma, ganha sempre. Que o Barcelona, neste contexto, ganha sempre. Que são ficção pura os jogos em que Messi, em grande forma, não impediu os Blaugrana de serem eliminados da Champions, já que o argentino é impossível de travar.

Esta argumentação é igualmente perversa porque leva a crer que quem ganhou o jogo foi Messi e não a equipa. É menosprezar o conjunto e louvar o indivíduo. Por outras palavras, é produzir uma máxima antagónica a tudo aquilo que representa o futebol: um desporto de equipa. Ninguém ganha nada sozinho (nem Maradona no Nápoles). O Barcelona ganhou o jogo porque teve uma melhor estratégia, porque a equipa defendeu bem (se não o tivesse feito e ainda assim os golos de Messi tivessem acontecido, não seriam suficientes para garantir um bom resultado), e porque potenciou, pela forma como jogou em prol do bem comum, a genialidade do pequeno grande jogador.

Transformar a vitória do Barcelona na vitória de Messi é não gostar nem entender o que é o futebol. É ver apenas o futebol numa perspetiva esporádica (esquecendo todos os outros momentos de jogo) e individual (esquecendo o conjunto), quando o futebol deve ser analisado como uma interação de fenómenos, onde todos os jogadores dão o seu contributo e contribuem de alguma forma para o sucesso ou insucesso da equipa. Todos ganham, todos perdem, todos estão no mesmo barco e não adianta negar o inegável só para defendermos o indefensável. Não foi Messi que ganhou o jogo, foi a equipa.

Guardiola está refém do seu modelo, o qual precisa urgentemente de alojar os pés na terra e ajustar-se à realidade. O Barcelona de Pep Guardiola foi um sonho idílico que dificilmente se voltará a repetir nos próximos anos. Foi um regime de exceção que funcionou muito bem com um modelo de jogo também ele de exceção. Caindo o regime, deve com ele cair também o modelo que lhe dava sustento. Não significa passar uma esponja e começar tudo de novo, basta introduzir mais calculismo e menos filosofia, principalmente daquela que os filósofos gostam, mas que, tal com a argumentação cega usada para a defender, corre sérios riscos de se tornar cada vez mais infrutífera. Guardiola pode ganhar em Munique? Seria a melhor coisa que poderia acontecer, este ano, a nível mundial. Bombástico. Se acontecer cá estarei para analisar o jogo e dar os parabéns a quem realmente o merece: não a um jogador, seria um erro crasso, mas à equipa.

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As teorias que valem lixo?

Palavas sábias de Benzema:

«Valorizo as críticas quando são feitas por alguém que jogou ao mais alto nível, se vêm de alguém que não jogou futebol não as levo a sério. A única coisa que importa são os golos.»

 (in A Bola online)

Depois de tanta caganeira intelectual que tenho observado ao longo dos últimos meses  em dois ou três blogs, cujos princípios mandavam um treinador para o esgoto em três tempos, é interessante analisar as palavras de Benzema e constatar como elas vêm ao encontro daquilo que é defendido neste blog. Felizmente o francês já percebeu que o futebol profissional não é poesia nem xadrez. É claro como água que um ponta de lança vive dos golos. Tal como referi em momento oportuno (ver aqui): “Porque é impossível que um avançado, face à posição que ocupa no terreno, esteja maioritariamente perante situações em que a melhor decisão é passar a bola em fez de fulminar. Se não fulmina, significa que em muitos lances não é competente porque aborda mal a bola (decisão com bola) ou porque simplesmente não está lá (decisão sem bola). Aquilo que dá ao jogo coletivo dificilmente compensa aquilo que tira à equipa em termos de jogo individual”.

Esta linha de pensamento (vigente no futebol profissional, mas menosprezado em alguma da suposta blogosfera especializada) significa que as assistências fantásticas executadas por parte dos avançados centro não são importantes? Claro que são importantes, mas tal como um agente policial que ajuda velhinhas a  atravessar a estrada não se exime de continuar a proteger os cidadãos, também o ponta de lança não pode deixar sequer de ficar obcecado em marcar golos só porque tem muitas assistências. Se um polícia ajudar muitas velhinhas a atravessar a estrada será que isso lhe dá crédito para que quando presencie um assalto possa ir fumar um cigarro e assobiar para o ar? Basicamente é o que certos paladinos de teorias bonitas, mas que não servem os interesses do futebol de milhões, defendem.

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Porque razão Riquelme nunca singrou verdadeiramente na nata do futebol?

A resposta é simples e é dada aqui:

“Correr, corre cualquiera, pero jugar al fútbol es más complicado. Hoy una persona se pone a entrenar todos los días y corre los 42 kilómetros como los que se hicieron el otro día. A veces escucho en la tribuna ‘¡Corré más!’ y yo pienso que eso lo hace cualquiera”, le respondió a aquellos que le exigen más sacrificio en la cancha. “La gente me da demasiado. Yo soñaba de chiquito, como seguro soñaban ellos, con jugar un partido en La Bombonera, que es la cancha más linda de todas”.

Não obstante ter sido um dos jogadores mais talentosos dos últimos 30 anos, Riquelme com este tipo de mentalidade só poderia ter passado ao lado de uma grande carreira na Europa. Não me custa acreditar que o corpo técnico do Barcelona tenha detetado ab initio esta matriz de pensamento, concluindo que não serviria os interesses de um clube que tem sempre como objetivo ganhar tudo. É no entanto curioso que ninguém tenha conseguido convencer o jogador que o futebol não exige correr por correr, porque não é o aspeto quantitativo (correr muitos kms só porque sim) o determinante , mas sim  o aspeto qualitativo (correr quando se deve correr, parar quando se deve parar e muito importante, a capacidade de explosão – algo que se trabalha permanentemente – que sempre ajudou  Ronaldo, Messi e Bale a manterem-se no topo do futebol e a fazer a diferença).

Mas o que me preocupa é que continue a haver no futebol de formação quem concorde com as palavras bárbaras proferidas pelo génio jogador. Preocupa-me que os nossos filhos lidem diariamente com treinadores que advoguem este tipo de mentalidade, pegando em carreiras promissoras e mandando-as para o lixo em nome de uma vaidade intelectual equivocada de chinelo no pé!

Outra das minhas preocupações diz respeito aos jovens, que com ambição natural saem das universidades cheios de sonhos legítimos, ainda que órfãos de um tratamento de choque para se coadunarem ao futebol profissional,  mas cujo impacto muitos teimam  em recusar porque é mais fácil deixarem-se ludibriar pela falsa doutrina, ainda que o preço a pagar por esta insensata escolha seja o risco de fazer toda uma carreira no futebol distrital ou ao fim de 15/20 anos ainda se encontrarem a treinar os benjamins (quando ambicionavam muito mais do que isso). Atenção aos que não evoluem nem deixam os outros evoluir!

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Diarreia doutrinária ou simples vaidade intelectual?

Palavras de Káká sobre Ronaldo Fenómeno:

«Para mim, o melhor jogador é aquele que consegue pensar e executar de forma incrivelmente rápida e Ronaldo Nazário era o melhor. A velocidade com que ele pensava e executava era perfeita. Ronaldo era realmente espantoso»

 (in A Bola online)

 

Se há parágrafo que resume o que tem sido defendido neste blog ao longo dos meses, este será efetivamente um deles. Só lhe faltava acrescentar a qualidade com que pensava e uma outra componente mental que ninguém fala mas que é crucial (irá ser retomada num futuro post).

Por outras palavras, exige-se a um jogador profissional (ou que almeje a tal) que concilie três ingredientes essenciais: Os mentais (onde se inserem os aspetos decisórios, mas onde há muito mais do que isso); Os físicos (no caso do Fenómeno sobressaía a agilidade enquanto um dos elementos que fazem parte da componente “Capacidade Física”); Os técnicos (no caso do saudoso avançado brasileiro destaca-se o remate).

Não faz sentido num mundo tão competitivo descurar qualquer destes três ingredientes. Perante a falsa doutrina os físicos não são dignos de destaque porque os jogadores supostamente são praticamente todos iguais (tipo soldadinho de chumbo), quando na prática são tão distintos (seja na velocidade, na força ou na agilidade, etc.) e podem fazer a diferença entre ser-se bom ou genial. Conforme já aqui foi escrito, não faz sentido colocar num trono isolado os aspetos decisórios (um elemento dos aspetos mentais) quando estes são tão reféns dos aspetos físicos e técnicos (o que seria de Cristiano Ronaldo e Messi se não fossem fora de série em alguns elementos destes aspetos).

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Trabalho versus Teorias

Apesar de ser constantemente apontado a alguns dos maiores clubes europeus, Pogba garante que só pensa em tornar-se o melhor jogador do mundo.

«Eu valho 0 euros. Não valho nada se não trabalhar dentro de campo em cada jogo»

«Estou feliz porque estamos a jogar bem. Pessoalmente, estou feliz, quero continuar assim e dar tudo por esta equipa. Quero fazer mais. Quero ser um campeão como Pirlo, Buffon e CHiellini. Quero ser um dos melhores do mundo, e vou fazer tudo para chegar a esse nível. Espero vencer a Bola de Ouro no futuro, mas tenho muito trabalho pela frente», disse o jogador de 21 anos.

(in A Bola online)

É salutar verificar que o trabalho tem vindo a ser destacado com um dos segredos para o sucesso por parte de grandes jogadores do futebol atual. Porque as qualidades inatas de um atleta dificilmente permitirão chegar ao topo se não trabalhar tanto ou mais que os restantes. Não basta ter técnica, boa capacidade de decisão, se o corpo não for potenciado aos limites. Ronaldo nunca teria sido o melhor do mundo, se não tivesse trabalhado tanto, se a sua capacidade física e mental não fosse desenvolvida ao ponto de permitir que a sua capacidade técnica tivesse tamanha importância no contexto de jogo. Quem seria o Ronaldo se a velocidade, a força, a explosão e a impulsão, alimentadas e incrementadas por horas e horas incalculáveis de treino, não fossem em muito superior à média. Bastar-lhe-ia a capacidade técnica e um treino “normal” como a maioria dos jogadores para ser três vezes o melhor do mundo e contribuir tantas vezes para o sucesso da sua equipa?

Porque as capacidades inatas não são suficientes num mundo tão competitivo, sendo perigoso e perverso contribuir para qualquer tipo de teoria, que possa, um dia, levar um jogador a pensar que a inteligência ou a técnica justificam perder a obsessão pelo treino ou que este possa deixar de visar o incremento da sua capacidade física e do desenvolvimento permanente de todos os atributos.

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Como avaliar um avançado?

“Como avançado, tu vives e és julgado obviamente pelos golos que marcas. Se o meu primeiro golo não aparecesse nos primeiros jogos eu continuaria confiante. Isso acontece porque temos uma grande equipa e os jogadores que jogam no meio-campo alimentam o avançado com grande frequência. Portanto, eu sempre soube que os golos iriam aparecer (…) “

(Diego Costa in Record online)

Trata-se de uma mentalidade vigente no futebol profissional ou apenas a mentalidade do avançado espanhol?

Pensar bem o jogo, mas não finalizar (tratando-se de um avançado), dá direito à jarra?

Será mais importante  para um avançado finalizar do que tomar boas decisões com bola?

Finalizar pode camuflar a tomada de más decisões ou é sempre preferível um Kluivert do que um Suárez? Será que os dois são importantes, porque apesar de darem coisas diferentes às suas equipas, ambos contribuem para o sucesso?

Na minha opinião sim, o que não invalida, que no mundo perfeito, no que respeita à posição específica do avançado centro, não seja sempre preferível pensar, executar e finalizar bem.

A posição que o Diego Costa ocupa no terreno, assim como qualquer posição, deve ser tida em conta na hora de graduar a qualidade de determinado jogador. Se no meio campo, a exigência de pensar bem o jogo, de tomar boas decisões com bola, são fundamentais, na zona mais avançada do terreno, não faz sentido usar o mesmo padrão. As exigências são distintas e portanto a avaliação ao rendimento ao atleta deve ser igualmente distinta.

Não perceber isso é mandar o Diego Costa para casa e contratar o Montero.

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Os adeptos argelinos e os ma(u)ldinis desta vida

Retiro do jornal A Bola o seguinte trecho da entrevista a Slimani:

«Fico orgulhoso com os elogios dos adeptos do Sporting, pessoas que nem conheço. É uma grande vitória para mim. É uma honra para mim e para toda a Argélia. Eu diria que na Argélia não falam de mim assim, e esse é o problema. Lá continuo a ser criticado. Alguns dizem que só marco de cabeça, ou que não sou bom com os pés, entre outras críticas que não compreendo”.

Qualquer semelhança entre a forma de pensar dos adeptos argelinos habituados ao futebol amador sénior e de alguns autores de certos blogs, que não conhecem o jargão do futebol profissional mas que juntos lançam os foguetes e apanham as canas, será porventura mera coincidência.  

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Humildade

Deixo um trecho da entrevista a Vítor Pereira relativamente ao período em que privou com Guardiola:

Vítor Pereira – “Não, não chega. Descobrir coisas novas é o que mais sentido faz para um treinador (…)Continuei a dizer-lhe. “Pep, está a acontecer-te isto, isto e isto. Esta é a minha opinião. Se quiseres, reflete”. Ele concordou e respondeu-me: “Tens razão. Já percebi isso. Mas ando à procura de um exercício que me permita resolver o problema”. Eu disse-lhe: “Vou dar-te uma sugestão. Se aceitares, aqui está. É assim”. E dei-lhe um exercício, explicando-lhe que já tinha sentido aquele mesmo problema em equipas minhas e que tinha resolvido daquela forma. “Resulta de certeza absoluta”, expliquei-lhe. “Nunca tinha pensado nisso”, diz-me o Pep (…)  De seguida aparece ele e diz-me: “Vítor, Vítor, vais ver o treino? Hoje vou começar a fazer o que me disseste”. Mas como é um génio, que nunca está satisfeito, foi ainda mais longe: “Se calhar, pegando na tua ideia, ainda dá para colocar isto aqui e aquilo ali”. Ou seja, acabou por adaptar a ideia à forma de jogar da equipa dele. Tem uma capacidade fora do comum”.

Os grandes treinadores não deixam do ser quando manifestam o desejo de aprender e evoluir recusando velhas máximas do “já sei tudo”, ou “o que sei é irrefutável”. Assumir uma postura ao serviço da aprendizagem, da  evolução, do câmbio das ideias  é a coisa mais natural do mundo, porque faz-nos progredir e ser melhor hoje daquilo que éramos ontem.

Quantos treinadores com o currículo do Guardiola não olhariam com desdém para Vítor Pereira, colocando-se em bicos de pés numa postura adversa à assunção de novos métodos e de novas abordagens?

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“Talisca tem muito que penar para chegar à seleção principal do Brasil”

Palavras de Jorge Jesus.

Vamos então dissecar a mensagem:

Talisca não tem que penar assim tanto para chegar à seleção do Brasil (até porque a seleção do Brasil não é o que era. O rótulo de qualidade que outrora era garantido aos selecionados pela canarinha já não é tão categórico como outrora), basta continuar a trabalhar como tem feito até aqui e perto está da sua primeira internacionalização. No entanto, Jorge Jesus, e muito bem, receia que ego do jovem talento lhe destrua a carreira e nada como lhe ir mandando uns baldes de água fria para não sonhar demais e não perder o foco. Trata-se de um jovem de 20 anos, fora do seu país, a ganhar muito mais do que estava acostumado, tentado por tudo quando é lado. Se se mentaliza que é um caso sério do futebol  e que portanto se aproximam outros campeonatos, melhores contratos, mais dinheiro, seleção e fama, pode efetivamente perder-se. Seria um erro crasso deixar a humildade, assumir uma posição que já sabe tudo e que já é melhor e que portanto já não precisa de trabalhar mais do que os outros e quiça, que até se pode dar a certos luxos comportamentais (fora dos padrões aceitáveis) como que a aferir que tem estatuto, que é diferente.

Por outro lado, a mensagem tem o efeito de chegar aos sócios, adeptos benfiquistas e comunicação social. Passar a ideia que o Talisca ainda não é ninguém e que por isso não há razões para tanto alarido. Que tudo pode ainda falhar (apesar de estar convicto que tal não irá suceder). É importante que as massas se acalmem porque podem mexer com o jogador, levando a acreditar que já é aquilo que ainda nunca foi. No fundo, o aspeto da humildade e da necessidade de aprender e trabalhar mais do que os outros que devem permanecer intocáveis e para isso convém que o mundo que cerca o Talisca se comporte como se nada de extraordinário se tivesse passado, deixando o ego do jogador continuar a hibernar.

Ao treinador não lhe bastam competências técnicas, mas as de um autêntico gestor de recursos humanos e gestor de expectativas. Os jogadores são vulneráveis, o dinheiro, a juventude e a fama agudizem essa vulnerabilidade. Perder o foco é muito fácil. pelo que qualquer treinador deve estar sempre com o radar ligado para aqui e ali ir apagando os respetivos fogos, baixando as expetativas (dos adeptos, do atleta, dos media, do empresário) e ir fazendo discursos que suportam essa preocupação. Para nós, que somos lúcidos, cumpre-nos ler nas entrelinhas e reinterpretar o texto, para os destinatários, será ótimo que a mensagem passe exatamente como ela é.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A importância do treino. Do físico. Do corpo. Porque só o talento e o cérebro não bastam.

“It’s not by accident. The hours he puts in to practice to work to get his body right to prepare to look after himself, it’s an absolute joy to see that talent”.

Palavras de Brendan Rodgers sobre Cristiano Ronaldo.

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