La Stratégie

by Alexander Sweden

Month: Dezembro, 2014

A decisão e o fator X

Opto por colocar aqui, à vista de todos, o comentário do Perspicácias e a minha resposta na caixa de comentários no post anterior (Entretanto o njfernandes87, adiantou-se e apresentou uma resposta interessante, apoiada no movimento que o Guarda-redes terá que fazer face ao movimento do Diego Costa). O objetivo deste post não é de achincalhar os que aqui gostam de vir e que contribuem com sãs discussões, mas apenas apresentar as diferentes perspetivas sobre o mesmo lance.

Comentário do Perspicácias:

“Opinião absurda. Primeiro: a teoria está certíssima. Não é futebol, é matemática. Quanto maior o ângulo, melhor. É evidente, e todos os jogadores procuram sempre o melhor ângulo possível. Segundo: neste caso, o melhor ângulo possível é aquele, na medida em que há 4 adversários a bloquear o caminho para um ângulo melhor. Não estando lá esses adversários, o Diego Costa procuraria um ângulo melhor, como é óbvio”.

O meu comentário:

Quando escreve “Não é futebol, é matemática. Quanto maior o ângulo, melhor”, feliz ou infelizmente isso não é verdade. De uma perspetiva puramente matemática quanto maior ângulo, melhor, mas onde fica o jogador e os aspetos subjetivos associados à forma como este vê e interage com o mundo? Tratamo-lo como uma peça de xadrez ou como um soldadinho de chumbo? O mal de certas doutrinas, no que aos aspetos decisórios dizem respeito, é que tratam de estandardizar o jogador à busca de uma solução prévia e compreensível para tudo. A mente humana é demasiada complexa. Porque razão haverá pessoas destras que se sentem mais confortáveis em usar o garfo na mão esquerda, ou porque razão umas preferem apertar os botões da camisa de cima para baixo e outras de baixo para cima? No futebol esses comportamentos, supostamente inexplicáveis, verificam-se. Quando tratamos de dissecar qual é a suposta melhor decisão devemos ter em conta a complexidade da mente humana por mais que isso nos irrite. O homem e o atleta não se comportam como máquinas.

Nos meus relatórios, há um fator que introduzo para avaliar o aspeto decisório. É aquilo a que chamo o fator “conforto”. O Diego Costa procurou matematicamente um pior ângulo, porque na sua perspetiva, se sentiu mais confortável em rematar daquele modo. Não interessa colocar o jogador ao serviço da matemática, se depois isso diminui o seu fator conforto, fator essencial para alcançar o sucesso da equipa. É importante que na tomada de decisão o jogador encontre a sua posição de conforto e não a posição de conforto do matemático. Já não é a primeira vez que o avançado espanhol procura aquela posição de conforto para fulminar as redes adversárias. Se eu a analisar à luz das ciências exatas, terei tendência em afirmar que o jogador foi burro (não obstante ter marcado). Se introduzir mais elementos, conseguirei compreender melhor o meu jogador e valorizar de uma forma mais justa a sua decisão. Insistir com o Diego Costa para procurar sempre o melhor ângulo seria um péssimo ato enquanto treinador. Ao gestor compete conhecer os seus jogadores e ter as suas particularidades em conta. Este é um dos motivos para que não acho pedagógico determinados vídeos a explorar “a melhor decisão”, quando muitas vezes nunca treinámos o jogador e nem conhecemos as suas particularidades, (muitas vezes porque não nos damos ao trabalho das analisar e das considerar, optando por rir antes de ir treinar para o pelado). Por essa razão, quando escreve “É evidente, e todos os jogadores procuram sempre o melhor ângulo possível”, não considero que seja sempre verdade. O mundo não é a preto e branco.

Quando escreve “Segundo: neste caso, o melhor ângulo possível é aquele, na medida em que há 4 adversários a bloquear o caminho para um ângulo melhor. Não estando lá esses adversários, o Diego Costa procuraria um ângulo melhor, como é óbvio”. Permita-me discordar. O Diego Costa podia muito bem ter-se desviado para a direita e desferido um pontapé. A faze-lo teria um melhor ângulo, mas onde ficaria o fator “conforto”? Pelo que conheço do Fernando Torres inclino-me a pensar que tomaria essa decisão e que numa ótica puramente matemática, esta seria melhor do que a do Diego Costa, no entanto, face ao fraco desempenho que vem revelando nos últimos anos, não me deixaria muito otimista no que ao sucesso da equipa diz respeito.

 

 

 

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Porque razão os puristas não gostam deste vídeo?

A resposta é simples. Porque vêem o futebol debaixo de estereótipos fundados numa teoria completamente desenquadrada da prática (pelo menos a que se pratica no futebol profissional). No lance do golo (a partir do 0:52), o Diego Costa cometeu uma grande blasfémia contra os ensinamentos (porque antes de rematar decidiu diminuir o ângulo de baliza) outorgados em certos livros e doutrinas (muitas vezes escritos por pessoas que nunca vingaram e que queriam vingar e que lambem botas, principalmente as do Jorge Jesus). Essa religião afirma que o avançado deve sempre tomar a decisão na busca de um maior ângulo de baliza. Fernando Torres possivelmente faria o que o livro pede mas por mil e uma razões dificilmente contribuiria para o sucesso da equipa. Ou porque dava um toque a mais na bola, ou porque o remate saía fraco, ou porque saía muito por cima. Mas cumpriria com a teoria…

Será a esposa de Pepe a “Mulher do Homem do Talho”?

Relembrando o filme “The Butcher’s Wife” leio aqui, em forma de louvor, o facto do Pepe fazer poucas faltas e não ter cartões amarelos, supostamente algo muito bom para quem é apelidado de carniceiro ou de assassino. Atenção à estatística pura e dura! Isto não é informação, é sensacionalismo. Estes dados só por si dizem muito pouco. Não há nexo causal entre cometer poucas infrações, ter poucas admoestações e apresentar um desempenho competente. Um central pouco dinâmico, que não se impõe na disputa de bola, que foge ao contacto, que não vai à queima (nas situações em que tem que ir, assumindo riscos) apresentará estatísticas deste nível. Franco Baresi, um dos defesas centrais mais perfeitos da história, consegue apresentar estatísticas piores neste aspeto que o Pepe. Isto significa o quê? Que Pepe é melhor? Seguramente que não.

A estatística é importante, sendo mesmo obrigatória, mas como complemento da análise e não como veredicto sobre o desempenho de um jogador. Não foi seguramente com base nelas que José Mourinho remeteu o português para o banco em detrimento do jovem central francês Varane, (na minha opinião de forma muita legitima porque o francês, apesar de menos espalhafatoso e carismático, é melhor jogador aos 21 anos que o Pepe alguma vez foi). O principal problema de Pepe nunca passou pelo aspeto disciplinar, mas a forma como não consegue manter a folha limpa (leia-se culpa direta nos golos sofridos pela equipa) durante uma sequência de jogos assinalável. Não valorizo um defesa que faz um corte visualmente notável mas que na jogada a seguir se esquece de marcar e permite golo, como um menino que ficou maravilhado com o seu recente desempenho e se deixou ficar à sombra da bananeira.

A opinião pública valoriza excessivamente o aspeto visual da jogada e não dá a devida importância ao real contributo que aquela dá à equipa. Atenção que futebol não é ballet! Prefiro um corte ou uma defesa atabalhoada, mas eficiente, do que uma perda de bola que deixa a equipa descompensada, não obstante ter sido antecedida por uma maravilhosa jogada estética levada a cabo por um defensor, ou que momentos depois desta esteja em todo o lugar menos no sítio onde devia (a fazer lembrar David Luiz).

pepe

Resposta ao planeta dos malucos!

Em jeito de resposta ao individuo que tentou há pouco comentar no meu blog, talvez furioso porque lhe ando a apertar os calos (são inúmeras as referências que faço a outros blogs, para o bem e para o mal), e que me injuriou (sujeito a responsabilidade penal), dou o devido esclarecimento às centenas de leitores que aqui gostam de vir.

As referências que fiz ao futebol amador, nomeadamente no que respeita à tónica dominante da decisão,  foi escrito no contexto do futebol de formação (onde Lopetegui desenvolveu grande parte da sua carreira). Claro que no futebol amador sénior há muito pontapé para a frente, pouca decisão e poucas oportunidades para desenvolver grandes competências, mas mesmo neste cenário, há muitos jovens a aparecer, alguns com formação académica, que ainda trazem demasiado romantismo para o terreno de jogo. Da teoria à prática vai uma grande distância, assim como das bibliotecas e dos vídeos segmentados à la carte ao futebol jogado. O aspeto decisório é muito importante, claro, mas isso não significa que vivamos obcecados com ele,   porque o radicalismo cega e não permite ver outros aspetos também fundamentais e que podem dar crucial contributo para as vitórias. Chamem-me resultadista, mas num mundo tão competitivo, tal como acontece no sector empresarial, os gestores têm de estar vocacionados para o resultado, e o resultado no futebol significa ganhar.  Jesus é um resultadista (como demonstrou num última clássico, antes dos elogios ao Quaresma). Mourinho é um resultadista ainda mais feroz. Dir-me-ão, no entanto, que Guardiola apresenta resultados e dá espetáculo (não obstante não ser um radical no que à decisão diz respeito). Em primeiro lugar o conceito de espetáculo é subjetivo. Quantas pessoas não acharam extremamente aborrecido o tiki-taka que implementou no Barcelona? Em segundo lugar, já repararam nas sábias escolhas que o catalão tem sabido adotar em termos de carreira e que lhe permite certos luxos, inacessíveis a quase todos os colegas de profissão? Não podemos partir da exceção e a partir daí tentar criar a regra. A exceção no contexto futebolístico, como em qualquer outro campo, só faz sentido,  perante situações excecionais. Se não estamos perante situações excecionais, é pouco inteligente querer usar nas situações mais usuais o mesmo modus operandi.

Há momentos em que um treinador não deve ler o jornal.

Este recado é para o Marco Silva. Um treinador nunca deve permitir que a tentativa de manipulação tome lugar no seio da equipa. Falo da aposta do Miguel Lopes em detrimento do Cédric. Sendo factual que o mais novo é um dos patinhos feios da blogosfera e da imprensa dita especializada, importa questionar se este só passaria a ser merecedor de justo reconhecimento se reunisse no mesmo corpo os atributos do Daniel Alves e do Angloma? Ou nem assim?

Não é evidente a escola de Cédric, os conceitos defensivos e ofensivos que assimilou durantes anos, a trajetória de sucesso, desde o seu empréstimo e consequente regresso à base até à conquista da titularidade a pulso, em detrimento da carreira bem atribulada e cheia de episódios do Miguel Lopes? Entre empréstimos, pouca utilização no Porto e lesões, será justo tudo isto esquecer e optar por recordar apenas os 13 jogos que fez pelo Braga?

A quem compete liderar, aos matutinos, aos autores de certos blogs ou ao treinador imbuído de uma visão fria, imparcial e intocável? Ou estaremos apenas perante uma gestão amadora à Lopetegui ou perante intromissões na gestão do plantel leonino relacionado com a renovação de um vínculo que só termina em 2016? Não acredito nisso.

Anda-se a toque de caixa do Visão de Mercado e de outros veículos propagandistas que tentam lamber as suas feridas insaráveis (de forma cada vez mais indisfarçável), ou seria preferível assumir uma postura mais profissional? Afinal, não é para isso que somos pagos?

Marco-Silva-Sporting

A importância de Quaresma!

Para os obcecados pela decisão Quaresma é vulgar e merecedor do banco, para os profissionais de futebol continua a ser louvado (ver a partir 4:04). Porque será tão evidente e perniciosa esta dicotomia futebol amador/profissional?

 

 

 

 

Porque é tão fácil ganhar no Dragão?

Porque se apostou num treinador que cresceu no futebol amador, ambiente perfeito para se forjar o aspeto romântico da decisão, que é naturalmente vergado face à dura realidade do futebol profissional. Formar um plantel e um onze a partir de uma matriz obcecada com os aspetos decisórios, cede perante o realismo dos mais pragmáticos. Não é por capricho que Jorge Jesus manifesta o seu interesse em jogadores como Javi García, Ramires, Matic, Samaris, Talisca e deixa cair Djuricic, Bernardo Silva ou dá um papel secundário a Ola John.

Curiosamente foi preciso ver chegar ao Porto um treinador que cresceu num contexto amador, onde os aspetos decisórios são excessivamente realçados face aos restantes, para constatar como é fácil ganhar no Dragão.

Como avaliar um treinador?

Leio aqui que  “O treinador deve ser avaliado pelo processo. Pela organização da sua equipa. Nunca pelo resultado, não ignorando que com organização garantidamente que obterá bons resultados para o contexto que exerce.”

Não posso concordar com esta necessidade veemente de tentar colocar tudo nas devidas gavetinhas, quando as coisas devem ser analisadas de uma forma muito mais heterógena.

Um treinador que supostamente organiza muito bem a sua equipa mas perde mais do que ganha, isso fará dele um bom treinador?  Será que organiza assim tão bem a sua equipa se não cumpre com os objetivos previamente delineados? E quando organiza mas não apresenta resultados? Quanto a mim, um treinador responde  e deve ser avaliado pelos resultados. Tal como um gestor de top que responde acima de tudo pelos resultados que apresenta e não propriamente pela organização que implementou. São os resultados que lhe garantem prémios chorudos ao final do ano. Os resultados são o fator mais importante numa empresa e são eles que permitem concluir que houve uma boa organização. E não a boa organização que leva a concluir que vai haver bons resultados, porque a organização é apenas uma quota parte  do sucesso. É um importante indiciador, mas necessita de ser comprovado pela apresentação dos resultados. Só por si, a organização não é suficiente nem garante o êxito. Há mais fatores em jogo.

Jesus organiza bem as suas equipas mas farta-se de falhar objetivos. Quanto a mim a organização é apenas um pequeno aspeto de um treinador de futebol. Há muito mais do que isso na sua esfera de competências. Se fosse só isso, haveria muitos mais excelentes treinadores do que realmente existem.

Aproveito para partilhar uma tabela retirada do “Gordo, vai à baliza” que por sua vez a retirou do “Cabelo do Aimar”.

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Fernando Torres já não interessa à primeira divisão europeia?

Fernando Torres tem capacidade técnica, sabe decidir com bola, mas isso é pouco perante as exigências dos grandes clubes europeus.

Apesar de tomar boas decisões com bola, opta demasiadas vezes por receber a bola no pé, apostando pouco na conquista do espaço de forma assertiva (o que só a boa decisão sem bola permite). Isto determina que  o avançado espanhol se encontre demasiadas vezes num espartilho quando recebe a bola e se torne inconsequente. Se tivesse uma capacidade física assombrosa (tal como a velocidade e poder para aguentar o choque), aliada à sua capacidade técnica, até poderia mascarar o défice  da decisão sem bola, mas como não tem e estagnou no processo evolutivo, no que à decisão sem bola diz respeito, vê outros jogadores menos dotados no aspeto de decisão com bola (como Diego Costa) deixá-lo a milhas de distância.

Há também o aspeto mental. Quando este se revela depressivo, tudo o que de bom tem um jogador passa a ser pior do que deveria. Quando o estado anímico é positivo, o que é mau, deixa de ser tão ruim, e o que é bom passa a ser maravilhoso.

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Porque razão joga Sálvio e Ola John fica na bancada?

A resposta é muito simples, menos para os supostos especialistas que tanto advogam mas não sabem o que é a boa decisão.

Os erros com que me deparo não dizem respeito à divisão conceptual: decisão sem bola e com bola, até porque esta é fácil, mas principalmente a dois fatores:

– A desvalorização da primeira face à segunda;

– A errónea interpretação do que é a boa decisão com bola.

No que respeita ao primeiro ponto, Sálvio apresenta muitos golos porque decide muitas vezes bem sem bola, não obstante este aspeto ser muitas vezes desvalorizado (Ronaldo sofre com o mesmo fenómeno). Como se aparecer sem oposição para finalizar fosse apenas mérito do último passe (veja-se no primeiro vídeo o movimento inteligente do Sálvio no golo marcado contra o Belenenses) – ou a forma como se coloca o corpo para ganhar uma disputa, não possa ser fundamental e revelador de uma boa decisão sem bola (veja-se no segundo vídeo o golo do Sálvio contra o Moreirense – 1:03).

O facto de alguém aparecer sozinho não acontece a maioria das vezes por mera sorte ou pelo facto de ser possuidor de super-poderes que afastam os adversários. O último golo do Benfica marcado por Sálvio a passe de Gaitan (após grande jogada deste) foi importante para revelar as tendências mais recentes que vejo circular na blogsfera. Em nome de uma suposta intelectualidade, louva-se o assistente e coloca-se na jarra o finalizador. Parece que não há forma de encontrar o meio-termo. Se outrora, o foco incidia excessivamente no goleador, hoje tudo serve para elogiar o criador e desprezar o que culmina tão importante tarefa. Não faz sentido passar de uma obsessão pelo goleador e transferi-la para o jogador que faz a assistência. Ambos merecem ser valorizados. Se muitas vezes o jogador que assiste decidiu bem com bola, o que finaliza decidiu, num primeiro momento, bem sem bola e posteriormente bem com ela (ainda que muitas vezes esta última decisão seja bem fácil de tomar). Esta tendência também serve para desculpabilizar o avançado que não marca golos (tipo Postiga) pelo que supostamente dá ao jogo, quando o principal papel deste é marcar golos (o que não significa que não tenha de dar ao jogo). Será que um defesa central que não desempenha o seu principal papel, continuará a ser visto como um grande defesa só porque faz muitas assistências ou marca golos? No entanto, quando se fala de avançados já são merecedores de dois pesos, duas medidas.

Sobre o segundo ponto, certas escolas dão um conceito curioso e sui generis à decisão com bola. Parece que esta só é real quando estamos perante passes à Fàbregas ou nos referimos ao último passe tal como previamente o havíamos idealizamos e com o qual nos deleitamos. O simples passe para o lado pode ser uma ótima decisão (porque descongestiona e pode provocar o efeito harmónio – Ver aqui). Passes de morte, revelam boas decisões com bola? Seguramente que sim, mas isso não significa que passes menos imediatos rumo ao sucesso, não sejam dignos da mesma adjetivação. E quando não se adota a suposta melhor decisão, mas ainda assim contribui-se para o sucesso da equipa? Não se valoriza, esquece-se e recalca-se só porque o jogador não fez o que achámos que devia fazer. Tiramos o jogador do centro do mundo e colocámos no lugar dele o nosso intelecto ?

As tendências para radicalizar, para transformar o que é cinzento no preto e no branco, de forma a compreender todo o fenómeno futebolístico demonstra insegurança e revela insensatez. O futebol é demasiado complexo para que percamos o nosso tempo a tentar catalogar tudo de forma hermética e teimar em recusar ver o futebol como um todo, só porque é mais fácil e confortável analisá-lo de forma compartimentada seguindo certas tendências sensacionalistas.

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